“Crossroads: Labor Pains of a New Worldview” é um documentário que explora a profundidade da presente condição humana e o surgimento de uma visão mundial que está a recriar o nosso mundo de dentro para fora.

O foco do filme é a mente humana, o funcionamento da psicologia humana à nível individual, mas principalmente seu funcionamento dentro de um coletivo. Aborda a conexão que existe entre o meu comportamento e o seu, como nos afetamos, e também como o ambiente nos afeta, pois somos seres Bio-Psico-Sociais, essa é a trindade na qual a ciência atual opera na busca de entender o comportamento humano.

É importante lembrar que nenhum problema jamais foi resolvido com o ato de suprimir seus sintomas, é preciso que nos direcionemos até a causa em si.

Então fica a questão: Qual é a causa?

Este documentário produzido pelo cineasta Joseph Ohayon, explora as profundezas da condição humana atual e oferece uma nova perspectiva sobre o futuro.

Incentiva os espectadores a sair da “caixa” e desafiar suas próprias suposições sobre quem realmente somos e porque fazemos o que fazemos.

Em vez de culpar uma fonte “externa” para os nossos problemas este filme desafia-nos a olhar para nós mesmos e para nossa interconexão como fonte de mudança.

A falta de conexão entre pessoas causa todas as tristezas no mundo; não há dúvida quanto a isto.

“Nós somos um, e nós estamos evoluindo.”

Suas ações podem influenciar as ações e sentimentos de outros em seu entorno, o que por sua vez pode espalhar para outros ainda, e assim sucessivamente.

Estamos numa encruzilhada – e isto não será decidido pelo destino.

“O que vemos no mundo é um reflexo de quem somos.”

Consciência – Despertar
Estes são os termos chaves!

“Os problemas que enfrentamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que foram criados.”
( Albert Einstein )

“Quando os ventos da mudança sopram, uns levantam muros para se proteger, outros constroem moinhos.”
( Dom Quixote – Miguel de Servantes )

“A coisa principal da vida não é o conhecimento, mas o uso que dele se faz”
( Talmude )