Segunda Parte: Zeitgeist Addendum

O filme aborda várias questões: o Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos (como emissor de moeda), a CIA (agência de inteligência a serviço do governo), as corporações (mundo empresarial), governos e outras instituições financeiras, e mesmo religiões, concluindo que todas essas instituições são corruptas e nocivas para a humanidade porque a sociedade é baseada em uma economia de escassez com base no uso do dinheiro, que deve ser substituído eventualmente. No final, o filme propõe a utilização da tecnologia como uma outra solução, embora algumas pessoas acreditem que a alternativa apresentada seja um modelo de como o do Projeto Vênus.

Segundo seu diretor, Peter Joseph, o filme “tenta localizar as causas da atual corrupção social dominante, ao tentar oferecer uma solução.” Ao finalizar, Addendum salienta a necessidade de sistemas de crenças que adotam as idéias de emergência e interdependência. O filme descreve as medidas concretas que podem ser tomadas para enfraquecer o sistema monetário, e sugere ações para a “transformação social”, que incluem o boicote:

  • de bancos que compõem o Sistema de Reserva Federal;
  • da grande mídia (que representam apenas a realidade que as grandes corporações estão interessadas);
  • do exército, (que também representam os interesses das corporações e governos, e não de seu povo);
  • e das companhias energéticas (que, por meio da venda e fornecimento tentam controlar a nossa capacidade aquisitiva evitando, assim, nossa liberdade privada).

Também é sugerido que a sociedade deve rejeitar a instituição política, que tornou-se obsoleta, bem como sendo completamente desnecessária, uma vez que a resolução dos problemas não é política, mas técnica e científica.

Zeitgeist: Addendum estreou no quinto Artivist Film Festival & Awards (Festival de Filmes sobre Ativismo Artístico), em Los Angeles, Califórnia, em 2 de outubro de 2008, e tornou-se público na internet em 4 de outubro daquele ano.